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3 a 6 e 9 a 12 de julho de 2025 às 21h30 - Sede do Teatro Universitário do Porto
Contacto de emergência é um mapa não oficial da cidade do Porto, desenhado a partir de impressões subjetivas e posicionamentos mutáveis. Se localiza qualquer coisa (e talvez este mapa seja mais sobre a desorientação do que a orientação), firmam-se os pontos concretos que definem a relação de um grupo específico de corpos com o espaço público: este grupo e não outro. Este, que tem a dimensão do TUP, da silentparty e das sensibilidades que lhes são tangentes, e que tiveram a generosidade de partilhar as suas experiências em assembleias abertas. As violências que vão atravessando e as estratégias de subversão do ordenamento dos espaços que vão experimentando, através do seu próprio corpo, primeiro, e em conjunto, logo a seguir. A cor dos traços e pontos é verde chroma, que mais do que uma cor, é um espaço liminal: o canal que liga o concreto à fantasia, fazendo da imaginação um instrumento ativo de resistência. Direção artística silentparty: Mafalda Banquart, Emanuel Santoz, Tiago Araújo, Tiago Jácome Interpretação Camila Rufino Íris Moreira Leonor Vitorino Maria Vieira Mauro Bastos Orlando Gilberto-Castro Paloma Pedroso Desenho e operação de luz Sara Nogueira Sonoplastia e operação de som Tiago Aires Lêdo (com música a partir de mobygratis) Cenografia Inês Nêves Figurinos Jordann Santos Apoio técnico Eduardo Brandão Produção Gonçalo Albuquerque, Manuel de Barros, Sandra Pinheiro, Tiago Aires Lêdo Apoio à produção Inês Pinheiro Torres, Isabel Pereira Folha de sala Isabel Pereira Agradecimentos Ernesto Costa, Pedro Nabais, Diogo Ferreira, Eduarda Machado, Fábio Schuch, João Coles, Mariana Leite Soares, Nara António, Patrícia Xará, Rui Resende, Tatiana Almeida Um projeto colaborativo do TUP - Teatro Universitário do Porto, silentparty e estudantes do Porto. Apoiado pela Universidade do Porto, Instituto Português do Desporto e Juventude, Caixa Geral de Depósitos e Casa da Música. Contacto de emergência é o espetáculo inserido no projeto Um Corpo É Uma Forma, que reúne associados do Teatro Universitário do Porto, as artistas silentparty e estudantes e jovens da cidade do Porto a partir das suas experiências individuais e coletivas sobre género, habitação e desigualdades sociais no espaço público. O processo procurou refletir como o corpo que transgride na cidade pode desafiar a normatividade e o controlo e criar novos significados e formas de resistência. Um Corpo É Uma Forma é uma Coprodução Cultura em Expansão (Projeto selecionado no âmbito da Open Call 2025 – Criação Participada). |